11 de abr de 2011

Trabalho.

Estou na escola depois de ficar uma semana doente, agora estou fazendo curso de informática básica. Quero mesmo é usar um pouco da internet fora de casa para conversar com meus amigos.
Tenho também de terminar um trabalho de geografia para quarta-feira que só fiquei sabendo hoje! Colegas super responsáveis os meus que não me avisaram antes. Aproveitar o meu tempo aqui e postar esse texto já que faz parte da atividade de hoje.

"Eu esperei durante a tempestade e você não apareceu, fiquei horas parada em frente ao local do nosso primeiro encontro. Não via sombras, não via luz... o que seria essa nalstágica sensação de que algo estava errado? voltei para casa chorando... mais uma vez. Me troquei e em alguns minutos depois o tão esperado telefonema, até imaginava o que seria dessa vez "Minha mãe estava mal e eu fiquei com ela. Mil desculpas" Mas não foi assim, uma voz rouca e cansada dizia "Acabou, eu não gosto de você então não me procure nunca mais.'' eu não entendia o que estava acontecendo, porque ele disse isso? nunca iria saber. Este foi o último dia que ouvi sua voz.
 Hoje acordei tarde, as pilhas do meu despertador tinham esgotado, já comecei o dia com o pé esquerdo, olhei para os lados e senti um vazio... não via nada além de móveis e livros. Faz 6 meses que estou morando neste apartamento velho e 2 meses que comecei o meu curso de Artes cênicas. Lembro-me do primeiro dia de aula, foi angustiante não ter nenhum rosto familiar. Fiquei um pouco perdida de inicio, mas logo me acostumei e acho incrível como a professora fazia os exercício com tanta facilidade.
 Depois do curso vou para o meu trabalho de meio período, sou caixa em uma loja bem perto do meu apartamento. Achei que seria um trabalho tranquilo, mas sempre aparece algumas pessoas estranhas falando sobre seus problemas ou planos para o futuro, certo dia um senhor disse que vivíamos em um mundo de máscaras "Hoje eu sou seu amigo, amanhã já não sei mais." disse ele, com um tom de decepção. Não prestei muita atenção, estava observando uma garotinha parada perto da porta, ela olhava nos meus olhos como se lesse a minha alma, era angustiante. (...)"

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